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O álbum solo de estreia de Daniel Maunick, Macumba Quebrada, evoca cenas de hedonismo coletivo do início ao fim. Abrangendo cerimônias de dança espiritual afro-brasileira, festas techno de Detroit no final dos anos 80 e raves de jungle e broken beat na Londres dos anos 90, Maunick celebra nosso desejo instintivo e ancestral de nos unirmos e perdermos o senso de identidade. Daniel Maunick praticamente cresceu atrás da mesa de mixagem. Filho da lenda do funk britânico Jean-Paul "Bluey" Maunick (famoso por Incognito), ele se viu imerso na música desde cedo e rapidamente se envolveu com as cenas londrinas de drum n' bass, acid jazz, house, broken beat e soul, lançando sua primeira produção aos dezesseis anos pelo selo Talkin' Loud de Gilles Peterson e Norman Jay. Desde então, ele produziu álbuns de nomes como Azymuth, Marcos Valle, Terry Callier, Incognito, Ivan 'Mamao' Conti e Sabrina Malheiros.
Refletindo sua dupla residência entre o Rio de Janeiro e o leste de Londres, Macumba Quebrada apresenta batidas de deep house e beats quebrados, repletos de ritmos brasileiros – tanto na forma de percussão empoeirada quanto na intrincada programação de bateria de Maunick. Mas o álbum vê Daniel se inspirar em todo o continuum da black music e nas ricas histórias de celebração comunitária do techno de Detroit, do house de Chicago, do D'n'B londrino e da disco nova-iorquina. Reunindo tudo isso em faixas explosivas de clubes de horário nobre, momentos de ambiência sinistra, swing sul-americano e um toque tribal, Macumba Quebrada expande os recentes EPs de Maunick, somente em vinil, "A Vicious Circle" e "Sombra Do Dragão", com um LP duplo de 13 faixas e um CD de 14 faixas e lançamento digital.
Inspirada em um sincretismo de práticas espirituais sul-americanas, a capa é uma fotografia tirada pelo aclamado fotógrafo francês e etnógrafo autodidata Pierre Verger, que viajou o mundo documentando civilizações que logo seriam apagadas pelo progresso. Fixando residência definitiva em Salvador, Brasil, Verger iniciou-se no candomblé, chegando a oficiar rituais e cerimônias na comunidade. Sem ter se ordenado padre, Daniel Maunick compartilha o amor de Verger e da Far Out Recordings pelo Brasil: seu povo, sua cultura e sua música.
A1 - Macumba Quebrada
A2 - A Vicious Circle
A3 - Until The End
B1 - Biology
B2 - One Nite Stand
B3 - Red Doves
C1 - Sombra Do Dragão
C2 - Dirty Trix
C3 - Fallen Notes
C4 - Amnesia Haze
D1 - Archangel
D2 - Orbitus
D3 - As Light Fades
